
| Acerca do 1º Conde |
|
João José Xavier de Carvalhal Esmeraldo Vasconcelos de Atouguia Bettencourt Sá Machado, 1st Conde de Carvalhal da Lombada. Durante o conturbado período Miguelista, o Conde, que era um grande simpatizante da causa liberal, viu-se obrigado a procurar refúgio em Inglaterra, para onde fugiu a bordo da corveta inglesa "Alligator" em 22 de Agosto de 1828. Regressou à Madeira em 1834, onde recebeu o título de Conde de Carvalhal da Lombada em 5 de Setembro de 1834, tornando-se Governador Civil do Funchal em 13 de Setembro de 1835. A sua principal residência na cidade era o Palácio de São Pedro, que é hoje o Museu de História Natural do Funchal. Se visitar o museu, verá o seu escudo afixado sobre a entrada principal. No verão, realizavam-se bailes e piqueniques. A Arquiduquesa Leopoldina of Austria foi recebida na Quinta do Palheiro, pelo 1º Conde, em 1817, enquanto estava de passagem pela Madeira, a caminho do Brasil, para onde viajava, a fim de casar-se com Dom Pedro 1. É ao Conde de Carvalhal que se atribui a existência de muitas das antigas árvores existentes na Quinta, incluindo os grupos de Metrosideros (chamada a árvore do Dia de Natal), til, plátanos e carvalhos. Morreu solteiro em 1837, sem descendência, pelo que o título e as propriedades passaram para um sobrinho, o 2º Conde, que, na altura, tinha apenas 6 anos de idade. Foi sepultado na capela da Quinta e, 40 anos depois, o seu sobrinho, o 2º Conde de Carvalhal, mandou trasladar os seus restos mortais para o cemitério das Angústias, no Funchal. |